sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Avanços na Educação do Rio de Janeiro

Sou professora da Rede Municipal do Rio de Janeiro e admiro o trabalho que a Secretária de Educação, Claudia Costin,   tem realizado.
No início do ano de 2009 vi a Secretária pela primeira vez, em uma reunião de diretores, era o começo de sua gestão, mas não imaginávamos quantos avanços teríamos.
Dois anos se passaram e já é possível ver os resultados das conquistas alcançadas.
É preciso mais que vontade para estar a frente desta grande rede, tem que ter força, determinação, dedicação e garra, e estas são qualidades que certamente nossa Secretária possui.
A Secretária Claudia Costin é uma mulher que abraçou a Educação do Rio com todos os desafios que esta apresenta. Nossa Secretária não é de ficar  atrás de uma mesa de gabinete, ela participa de reuniões com os alunos, pais, professores, diretores, faz palestras e sempre dinâmica, tem uma relação direta com os professores da rede através do Twitter. Isto é inédito para nós, professores.
O professor do Rio sabe que pode perguntar, tirar dúvidas, elogiar, dar sugestões. Isso é muito bom! É a valorização do diálogo, da interação e da parceria! Uma comunicação direta forma professores ainda mais comprometidos e motivados. Uma equipe assim alcança o sucesso!
Nestes dois anos, muitos programas foram criados e estão dando certo pois tem como foco o avanço de nossas crianças através de uma Educação de Qualidade.  

Sou professora com orgulho, e estou feliz com as ações e projetos que nossa rede tem desenvolvido.
Realmente me deixa feliz quando leio nos tweets de nossa Secretária que nossos alunos podem SIM ser alfabetizados em um ano, e que seu objetivo para nossa rede é que ela seja
uma Educação de Excelência.
Eu acredito no bom trabalho de nossos professores e na capacidade das nossas crianças.
Eu creio que a Educação  Rio de Janeiro pode ser SIM uma rede de referência. 
Eu desejo que cada vez mais professores sejam contagiados por essa paixão de transformação que tem nossa Secretária Claudia Costin.
2011 será certamente um ano de muitos avanços na Educação carioca!

sábado, 11 de dezembro de 2010

O natal.

Eu estava em uma reunião, quando ouvi uma mulher dizer a outra: "Se eu pudesse dormia dia dez de dezembro e só acordava dia 3 de janeiro. Odeio o Natal"
Palavras tristes mas que sugerem compreensão. Eu não sei qual marca o natal deixou nela, mas sua história com este momento a deprimi.

Conheço muita gente que não gosta do natal, a maioria das vezes tem a ver com a família, ou com sua ausência.

Tive fases com meus natais.
Quando era criança e adolescente, o natal tinha até cheiro... tinha gosto, tinha o ar do natal... Cresci na igreja e era tempo de treinar músicas, peças teatrais, dia da ceia na igreja, ficar depois do culto ensaiando, tudo ainda feito e revisado detalhadamente por minha mãe, o que deixava tudo ainda mais gostoso.

As vezes, vinham os amigos.

Ficou guardado no coração e na memória. Bons tempos...
Minha mãe sempre enfeitava a casa (ela faz isso até hoje).E ela sempre deixava o presente da gente na nossa cama, de 24 para 25. Sempre.
Não tenho como pensar no natal de forma triste.

Quando me casei, eu era uma criança que pensava que era mulher, e em 13 anos de casada apenas o primeiro natal foi aquele tradicional, de filme americano. Só faltou a neve...

Nos anos seguintes, eu tambem festejava, mas o esposo bebia, e eu não tinha mais minha tradição feliz, o que me machucava...
Quando veio meu filho, tentei dar a ele o que minha mãe e meu pai sempre deram, mas não era igual, porque havia  cenas que meu natal não podia conceber.

Depois que me separei, passei a viajar com Vini para hotel fazenda, desses que vem com Papai Noel, Ceia de Natal, presentinhos, árvores e iluminação... Eu gosto, porque ali a gente fica junto e ele se diverte, e acho que isso dará a ele boas lembranças, porque é um hotel que vamos sempre e ele já tem seus amigos.
Esse ano-2010, to um pouco triste, porque talvez não possa ir ao hotel... Uma pena...

Minha mãe continua fazendo peças, ceias e eventos. Uma mulher constante e que não se abala.
Mas tem um presente que Deus me deu que me alegra muito todo natal:
São as crianças da Creche, sua expectativa, sua alegria e emoção. Elas simplesmente ACREDITAM.
Elas vivem o momento da festa com tanta energia, com olhos brilhantes, sorrisos inteiros e ver aqueles rostinhos felizes me dá uma mega carga de energia e eu me sinto realizada na minha profissão, por fazer parte de um mundo de encanto.
Sei que na casa de muitos pequenos, o natal não é feliz, mas na Creche damos a eles nosso amor, carinho e cada abraço e beijinho vale muito!!!!!!

Natal marca sim e muito.

Não sinto mais cheiro de natal, mas está misturado ao meu sangue o poder da influência desta data.
E eu gosto de presentear, de enviar cartinhas e cartões, iluminar minha casa com pisca pisca e abraçar as pessoas.
Consideramos o nascimento de Jesus.
Sua vida foi exemplo de fé, amor, misericórdia, cura, paz e perdão.

Um bom natal a todos.
Que possamos equilibrar nossas emoções e saber agradecer as  boas coisas e boas pessoas de nossa vida.